sexta-feira, 16 de março de 2012

Meu escape

Comer tem sido uma válvula de escape pra angústia, sofrimento, tristeza e melancolia
(beijos da gorda que precisa de justificativa pra comer).

Assim como a música tem sido meu escape. Aliás, eu acho que já teria feito merdas muito maiores se não fosse por isso.

2003, meu avô foi embora exatamente um mês depois que me formei. E me agarrei tanto ao Savatage que, hoje, eles fazem parte de uma memória afetiva que não tem como ser apagada.

E aí eu vejo esse vídeo, nesse pedaço, e choro uma baciada digna de alagar o Rio Amazonas. Só quem me conhece pode entender o quanto eles são importantes. (escrevo isso já com o olho cheio de água enquanto ouço a música)


Enfim, foi um pretexto pra mostrar que estou viva e tenho sentimentos. Depois eu conto do meu reencontro com o Zak Stevens, e como ele me deixou encantada cantando "pra mim" uma das músicas mais lindas desse mundo.



segunda-feira, 12 de março de 2012

Zak Stevens, seu lindo!

Com vídeo do show de São Paulo, mas a apresentação que vi em Jundiaí teve a mesma emoção, com o bônus do palco ser MUITO mais baixo - a ponto de eu colocar o pé lá no fim da apresentação.
E que venha Santo André, para eu me emocionar ainda mais ouvindo isso ao lado de gente querida.



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Você puxa assunto comigo desde terça-feira.
Parece interessante, trabalha, português coerente - ufa!
Mas você não sai do assunto.
Do mesmo assunto.
Quer saber como eu faço, com quantos fiz, e fala que quer fazer e acontecer comigo.
Mas puxa vida.
Será que não percebeu que sou mais que isso?
Que mais do que você quer, eu só quero um abraço?
Um beijo perdido, uma companhia pra ver o jogo do Corinthians no estádio,
Uma pessoa para dividir e crescer junto?
E você foi cair no meu colo
Querendo algo que até posso dar, mas que não pode me completar.
Vida, essa troll.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Amo esses socos na cara que eu recebo em forma de música?

"Today I'm gonna fly (I'm gonna fly)
There's nothing that can keep me on the ground
Touch the sky. I'm free inside"




"I'm free to be what I like
I'm celebrating my life
Free inside"

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Tudo o que preciso me lembrar.

So baby dry your eyes

Save all the tears you've cried

Oh, that's what dreams are made of

Oh baby, we belong in a world that must be strong

Oh, that's what dreams are made of


And in the end on dreams we will depend

'Cause that's what love is made of...



E quando você se vê nas palavras do outro?

Ontem eu li um editorial da Paulinha Bastos no Grandes Mulheres, que resume MUITO BEM o sofrimento de quem está acima do peso dentro de uma sociedade que não olha quem você é, mas quem você aparenta ser. 


Vou destacar esse trecho aqui, porque ele diz muito sobre o que passei e tem voltado a me atormentar recentemente:




"Hoje, vou dizer para vocês o que penso: embora tente diariamente me convencer de que meu corpo não é um problema, para mim ele ainda é (...) Eu me privo de viver muitas situações, vivo cercada por um medo que é só meu e que 90% da sociedade não entende. Não adianta dizer que ter um corpo mais “aceitável” não abre portas, porque abre. Sendo gorda, muitos homens sequer se dão ao trabalho de conversar comigo e me conhecer porque eu não sou a gostosa que vai despertar a inveja dos amigos dele e que o fará sentir o “macho alfa”. Insegurança e algum probleminha de autoestima todo mundo tem, mas quem é gorda passa por algo diferente.

Todos os dias quando acordo e me vejo no espelho, penso que se meu corpo fosse diferente,  poderia ter novas oportunidades de muitas outras coisas. Talvez seja uma ilusão. Talvez um dia eu dê uma boa emagrecida e veja que o problema não era o meu peso (...). Mas sim, o peso é um problema porque ele altera todo o meu comportamento e o meu emocional, ou seja, altera toda a minha estabilidade como pessoa! Eu posso ser inteligente, independente, responsável, divertida e o escambau, mas tenho um emocional de merda – me perdoem a expressão –  porque minha aparência afeta meus comportamentos e isso me prejudica."

O editorial se chama "Onde mora a felicidade?", e pode ser lido na íntegra aqui


Depois de ler isso, eu lembrei de todo o bullying e toda a rejeição que sofri ao longo da vida, e ainda sofro - querendo ou não. Por mais que eu passe uma imagem de segurança para os outros, no fundo no fundo eu sou apenas uma mulher insegura em busca de um pouco de calma, e de aceitação também. Cansei de ser forte o tempo inteiro. Emocional em cacos, trabalhamos com força.


PS: Não pensem que este é um muro das lamentações, mas é apenas um desabafo de alguém que precisa colocar o que aflige para fora. Por isso, esse texto ainda vai crescer muito...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Minha música do mês

Desde que baixei esse disco, tenho ouvido essa música em looping.
Neige, você é um lindo e se superou!
PS: Aguardem uma resenha bonita dele no undersound.com.br =)